espiritualizei
quarta-feira, 21 de dezembro de 2022
Nicodemos busca Jesus
sexta-feira, 14 de outubro de 2022
a poesia explicando a vida
quinta-feira, 6 de outubro de 2022
se te falo sobre "não pertencer", você me entende?
terça-feira, 27 de setembro de 2022
quando o pensamento nos deixa na mão
Não sei pedir perdão a Deus por não estabelecer pra mim e pro mundo a minha crença nas palavras de Cristo. Não sei pois quando digo sobre algo em mim é desconfiança. Pertenço há longo tempo em lugar de bons amigos, e os intelectuais não permitem que se acredite em compaixão.
Como?
Repito que muito do que Jesus trouxe tinha a ver com esse aspecto. Falou de paz interior, amor ao próximo e a si mesmo, sobre o agir com justiça, ter fé em si próprio e na vida, ser ressignado e perseverante. Mas houve algo mais intenso do que tudo isso:
depois que instituições se apropriaram das palavras e da imagem de Jesus, muitos poucos tem interesse em conhecê-lo.
A religião às vezes não religa, às vezes a religião afasta.
Se soubesse das ideias de Jesus antes, já me diria cristã. Mas nunca fui religiosa. (...)
porque viria a me interessar por esse rapaz?
Foi mais fácil conhecer primeiro Freud e Cia. Até porque dizer-se cristão em um meio acadêmico (a minha cachaça) é colocar em si um chapéu de burro - são muitos olhares de julgamento. É preciso pensar duas vezes antes de assumir a nossa pretensão por praticar aquilo que Jesus pregou.
Não me vejo ainda assumindo-me cristã por céus e terras. Mas me admira a sabedoria de Jesus e também a sua firmeza. Ele sabia escolher as suas batalhas.
A minha, é interna.
Preciso convencer-me a destacar em mim aquilo que resplandece a alma. Pois quando a gente foca mais nesse aspecto, os olhares reduzem - aos nossos olhos, claro.
Nós começamos a dar maior importância a um outro lado.
Se um dia a gente conseguir agir, pensar e sentir de igual modo. Pensamento, ação e sentimento, todos ressoando em uma única música... então, teremos vivido uma boa vida.
Intelectuais ou não.
quarta-feira, 21 de setembro de 2022
quinta-feira, 21 de outubro de 2021
Porque manter um conhecimento adormecido quando ele ajuda tanto mais pessoas ?
Porque esse conhecimento é alvo de preconceitos ou porque a ciência ainda não teve tempo de comprovar a eficácia?
E os casos que tiveram boas repercussões através desses conhecimentos? Não é assim que se estuda a subjetividade?
Poucos são os estudos ainda presentes sobre o espiritual. Sobre termos vários corpos em um corpinho só (parece estranho, mas com o tempo a gente vai entendendo que é natural, é da nossa natureza: temos o corpo físico - esse conhecemos rápido, o corpo mental - dos pensamentos, o emocional - das emoções, … e depois os que representam o nosso campo espiritual.
Talvez as pessoas que entram nessa área não tenham tanto interesse em pesquisas, talvez a própria ciência ainda esteja engatinhando nesses outros aspectos.
Uma coisa é certa: quando você se percebe também a nível espiritual, a tua jornada de maturidade, autoconhecimento, ela dá uma sacudida interessante: parece que você avança muitos passos em um tempo menor.
Porque não compartilhar esse conhecimento?
Não consegui chegar em uma resposta que me fizesse não escrever.
Nicodemos busca Jesus
Soube de um rapaz que buscou Jesus à noite. Ele temia ser descoberto. Era homem letrado, tão inteligente que não poderia buscar Jesus a luz ...